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Lisboa voltou a ser montra da cultura ibérica!
16/05/17
Pela primeira vez no Jardim da Praça do Império, o XII Festival Internacional da Máscara Ibérica levou até Belém a magia de ancestrais rituais, muita diversidade cultural, máscaras e trajes típicos da Península Ibérica, produtos regionais, artesãos, concertos, teatro e muitas outras atrações que decorreram ao longo dos quatro dias do evento.

Para além do público que habitualmente visita o FIMI - houve quem tivesse vindo de Nova Iorque apenas para assistir aos caretos e foliões em Lisboa - a mudança de local despertou a atenção de outro tipo de público. Famílias, muitas crianças e principalmente muitos turistas fizeram questão de passar pelo recinto e saber mais sobre o motivo da celebração e história por detrás do evento, prometendo voltar nas próximas edições.

O FIMI contou com uma programação pensada ao pormenor e desenvolvida através da colaboração dos muitos parceiros da 12ª edição do festival. Este ano no espaço da Mostra das Regiões estiveram presentes quinze municípios portugueses, cinco províncias espanholas – que, para além de acompanharem alguns dos grupos de desfile, trouxeram consigo o melhor da oferta cultural e turística das suas regiões - e ainda diversas entidades de desenvolvimento e a Fundação Inatel.

O ponto alto do festival e um dos momentos mais aguardados foi o XII Desfile da Máscara Ibérica que este ano contou com 37 grupos de Portugal e Espanha e ainda com grupos da Colômbia e do Perú como países convidados.

Com início na Praça do Museu da Marinha, muitas foram as pessoas que foram desenhando o percurso do desfile, antes mesmo de os grupos iniciarem a marcha rumo ao Jardim da Praça do Império, passando primeiro em frente ao CCB, que por esta altura se enchia de público à procura do melhor local com vista privilegiada para o percurso dos muitos grupos de máscaras. As pessoas compareceram em força, viam-se caretos, foliões, uns gigantones pelo meio e a Real Banda de Gaitas de Oviedo a abrir o desfile. Rufos de tambor e gaitas faziam-se ouvir. A cada grupo que passava uma sensação diferente, que num todo proporciona uma experiência sensorial excecional.

Da programação do festival fizeram parte várias novidades que superaram as expectativas da organização. O Teatro Auto da Floripes (com o salão nobre do Museu Nacional de Arqueologia totalmente cheio para assistir à peça), as atividades do Espaço Inatel, com o Teatro de Robertos e o atelier de máscaras, a participação do Instituto Español de Lisboa no XII Desfile da Máscara Ibérica, os debates com oradores internacionais e ainda as exposições no Museu Nacional de Arqueologia e no Centro Cultural Casapiano foram algumas das atividades com mais procura.

Os vários parceiros do XII FIMI - Câmaras Municipais, Diputaciones, Ayuntamientos, Embaixadas, associações, museus, grupos de desfile, grupos de música e expositores – trouxeram uma grande oferta de atividades e produtos, tornando esta edição do festival a mais dinâmica de sempre.

A constante partilha entre todos aqueles que participaram no FIMI - sejam eles grupos de desfile, expositores, institucionais, fotógrafos, desenhadores, jornalistas ou músicos - marcou a 12ª edição do festival, demostrando que só através desta sintonia é possível levar até ao público o melhor da cultura ibérica.
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