Palco Ibérico
A Energia da Música Étnica preenche as Noites do FIMI

Aposta na componente musical no festival, o Palco Ibérico oferece concertos de música folk de raiz tradicional ibérica, com elementos de fusão entre o ska, reggae e rock.

Nas noites de sexta-feira e sábado, assim como na tarde de domingo, esta atração leva a animação ao público presente no Jardim da Praça do Império, apresentando um espaço feito de uma vasta musicalidade que introduz ao público novas sonoridades, conjugadas com instrumentos tradicionais, cantares regionais, entre muitas outras surpresas trazidas pelas bandas convidadas.

Ao longo de onze edições o Palco Ibérico tem feito parte das preferências do público, a julgar pelas muitas apreciações positivas e regular procura de mais informações sobre as atuações. Constante, é também o sentimento de congregação e boa energia que garante aos presentes um serão bem passado, com entrada livre..

ORQUESTRA DE FOLES

5 de Maio - Sexta-feira - 18H30


A Orquestra de Foles é um projeto musical da Associação Gaita‐de‐Foles: uma formação composta por instrumentos tradicionais onde se destacam gaitas e percussões.

Jogando com ritmos improváveis, arranjos arrojados e reportório diversificado, é um grupo capaz de, com um sopro, levar a gaita‐de‐foles ao lugar de destaque que merece.

Na rua ou no palco, esta sinfonia de foles, ponteiros, roncos, peles e aros, promete o rigor de uma orquestra com a irreverência dos gaiteiros. A necessidade de criar um ponto de encontro entre professores e alunos que foram passando pela Escola da Associação, abriu espaço para a uma exploração criativa que pretende estabelecer uma ligação com o público.

É desta forma que nasce e se projeta o futuro da Orquestra de Foles, que gira essencialmente à volta da paixão pela gaita, juntando vivências musicais atuais e influências diversificadas, não esquecendo o reportório desde sempre associado a este instrumento com especial destaque para a sua ligação a Portugal.

A Orquestra de Foles inventa assim a sua identidade musical, integrando temas tradicionais e composições originais, técnicas antigas e arranjos contemporâneos.

LOS NIÑOS DE LOS OJOS ROJOS

6 de Maio - Sábado - 21H30


Los Niños de Los Ojos Rojos são um dos grupos espanhóis mais inovadores dos últimos tempos. Apostando num estilo musical independente e vanguardista baseado no folk europeu de origem tradicional irlandesa, grega e balcã a banda apresenta ainda uma impressionante fusão de ritmos mais modernos como o hip hop, disco, reggae, o ska ou o funk.

Com 15 anos de formação já aturam aproximadamente um milhão de vezes e um pouco por todo o mundo. As suas atuações transmitem uma peculiar energia, presente nas suas surpreendentes performances, que os ajudaram a se tornar uma das bandas espanholas com maior projeção internacional.

Entre os vários prémios atribuídos, destaca-se o prémio do Ministério da Educação, Politica Social e Desporto de Espanha, pela importante contribuição em projetos sócio musicais direcionados a jovens com deficiência.

Em 2015 editaram o quarto álbum de originais “Regresso a la Comarca”, um trabalho onde o regresso às origens mais folk, sem esquecer a fusão de outras sonoridades, é o principal destaque.”

SONS DO DOURO

7 de Maio - Domingo - 17H00


“Sons do Douro” é um espetáculo único, que evoca o imaginário duriense que se redescobre em cada momento musical, em busca dos ambientes, dos sons em pipas de vinho que outrora percorriam as margens do rio Douro em direção ao infinito. Apreendemos o tempo, a alma e memória de uma paisagem que nos prende e nos sobressalta, através da proximidade com acontecimentos do quotidiano como os sons de pés a escorregar nos xistos dos socalcos ou dos cestos vindimos cheios de uvas às costas de quem ajudou a extrair das profundezas o precioso néctar que corre o mundo, dos chocalhos das juntas de bois que ajudavam da terra os homens a puxar à sirga os barcos rabelos ou do som cantado das tesouras de poda.

Envolto numa ideia mítica de uma região com história e identidade, consagrada e celebrada pelos vinhos do Douro e Porto, o espetáculo “Sons do Douro” pretende promover um encontro emocionante de estilos musicais (música popular e percussão contemporânea) que se tornam singulares quando conjugados.

A Coordenação Artística é da responsabilidade de Filipe Marado (Professor de Música, Autor, Compositor e Intérprete), que compôs e preparou uma série de temas musicais executados por 11 jovens músicos, com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos, provenientes dos concelhos de Lamego, Peso da Régua e Vila Real.
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